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*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!
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FONTE: Bissemanário FOLHA 8
Os bastidores mafiosos da “agonia de Sócrates” O PIB da Alemanha de Angela Merkel representa, nesta altura, qualquer coisa como 29 por cento da chamada zona euro. Pretende a senhora Merkel recolocar a Alemanha, em termos de crescimento económico, entre os três primeiros da Europa. Merkel apresentou, já, o seu programa, um pacote de medidas básicas. Em Portugal, Cavaco foi conversar com Sampaio para “saber coisas” e preparar a mudança de guarda-roupa. Não passa pela cabeça de Cavaco recomendar ao inacreditável Sócrates, “chefe de governo”, que os “socialistas” empurrem, economicamente, Portugal, até colocar o país entre os quatro ou cinco, ou seis primeiros da Europa. Enquanto teve três pares de colónias, Portugal demonstrou abundantemente a sua falta de imaginação e criatividade. Depois do “25 de Abril de 1974” assumiu, definitivamente, com algum espalhafato, a sua falta de imaginação. Os políticos de centro e de direita juravam, mentirosos, que Portugal iria ser como a França. Mas o país, a nível humano, não reciclou nada. Não se preparou, não se ”defendeu” da Europa. Portugal, que possui muita gente boa, não deveria minimamente tentar imitar seja quem fôr. Deveria, antes do mais, medir-se. Situar-se. É pequeno, mas pode caminhar. As cidades e vilas deveriam ser paradigmas ambientais e culturais. O pouco dinheiro, com honestidade e imaginação pode gerar prosperidade e bem-estar. Em vez de vender aos espanhóis os melhores edifícios das sua joia da coroa urbanística (a “Baixa pombalina”), de vender a gregos e troianos o melhor do Alentejo, por exemplo, Portugal deveria revitalizar todo esse invejável património para poder referi-lo no exterior como património seu, realmente seu. Se Viena vendesse às empresas do fascista Dick Cheney as prendas mais pulcras o seu casco histórico, a cidade mostraria carácter e turismo emprestados. Portugal deixou-se alugar. Deixou-se leiloar, na Uniao Europeia. Vendeu-se, ominosamente. Defenestrou a sua relativa riqueza. Arruinou os caminhos de ferro que davam alma, poesia e atracção turística ao seu interior. Não modernizou (Cavaco!Cavaco!Cavaco!) a força laboral. Não soube integrar os estratos mais frágeis da sua população. Não cuidou das suas fronteiras. Fez do Alagarve um casino de malfeitores, uma gruta de negócios escuros e recreios artificiais. Proletarizou o Minho e tornou-se animador de bordéis e compincha de bandoleiros locais e estrangeiros. Como é sabido em toda a “nova” Europa, com Sartre ou sem Sartre, com Berlinguer ou sem Berlinguer, com Mitterrand ou sem Mitterrand, o debate, agora, gravita exclusivamente no “problema das esquerdas”. As mais ou menos repugnantes direitas e extremas-direitas continuam a querer tramar as mayorías. Porém, estranhamente, fazem-se cada vez mais invisíveis. Manejam a dinheirama. Moldam a tal “economia”. E nao desistem. Em Espanha, eterno celeiro da ideologia franquista, as sondagens actuais já só garantem ao Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que governa, um pontinho de vantagem sobre o lamentável PP (Partido Popular). Isto, para a Europa e o mundo “civilizado”, é um exemplo vergonhoso e preocupante de estupidez e embrutecimento mentais. Portugal prepara-se, alegremente, para o seu próprio tzunami final. Via Internet, recebo no México o texto de um alegado “manifesto” saído dos bastidores daquilo que eu classifico de “bastidores da agonia de Sócrates”. O texto, costurado antes das Presidenciais, e dirigido ao potencial eleitorado socialista, aconselhava as pessoas a tramarem Soares, em primeiro lugar, e também Alegre. Porque, argumentava o inspirador do “manifesto”, tão pouco conviria a Sócrates ter de apoiar Alegre no caso de uma hipotética segunda volta…!Que Angola saiba escolher os seus parceiros no exterior, eis os meus mais ardentes votos.Por Luis Ferreira
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novo Blog em Argivai/povoa de Varzim .
novo site da União Desportiva e Cultural de Argivai
http://www.argivaiteam.no.sapo.pt/
UDCA
"Gaspar Castelo-Branco – foi decidido esquecê-lo
Com este título, o hoje moribundo jornal “O Semanário”, nomeava GasparCastelo-Branco como a figura nacional do ano de 1986.Era Director-Geral dos Serviços Prisionais quando, a 15 de Fevereiro de1986, véspera da segunda volta das eleições presidenciais, foi assassinadopelas FP-25 Abril com dois tiros na nuca. Foi o mais alto cargo dirigentedo Estado a ser vítima de um brutal e cobarde ataque no pleno exercício dassuas funções.Nessa altura, os terroristas das FP-25A, por excesso de tolerância edecisão política, estavam em regime de cela aberta e misturados com presosde delito comum. Após a fuga de um grupo dos mais perigosos terroristas daPenitenciária de Lisboa, em Setembro de 1985, impôs medidas e condiçõesduras de isolamento e separação entre reclusos. Estas eram contestadaspelos terroristas com uma pretensa “greve da fome”. Não cedeu. “Em paísesocidentais os governos não cedem às greves da fome e pouca importância lhesdão” dizia. Mas por cá, era constantemente pressionado pela ComissãoParlamentar de Direitos Liberdades e Garantias, em particular por algunsdeputados socialistas, bem como alguns movimentos cívicos de duvidosaparcialidade, mas que obtinham ainda assim algum eco na imprensa.Perante as críticas da comunicação social e dos ditos movimentos, oMinistro da tutela, Mário Raposo, declinava responsabilidadesencaminhando-as para o seu director-geral, como se a orientação deste nãofosse tomada de acordo com o próprio Ministro. O culpado seria oDirector-Geral. Perante a demissão dos seus superiores hierárquicos e osilêncio imposto pelo governo, Gaspar Castelo-Branco assumiu asresponsabilidades, que verdadeiramente não lhe cabiam, em circunstânciasparticularmente difíceis. Só isso fazia sentido: por personalidade era umhomem corajoso e frontal com um enorme sentido do dever e do bem público.Tornou-se o bode expiatório e pagou-o com a vida.O Governo acobardou-se e quinze dias após o seu brutal assassinato, ospresos retomaram a cela aberta durante o dia, apenas fechada durante anoite. Conforme escreveu na altura José Miguel Júdice, parecia que afinal oassassinato teve uma justificação e uma razão de ser.A partir desse dia, o País apercebeu-se que o terrorismo era uma ameaçareal. Nos dias seguintes, Cavaco Silva, então primeiro-ministro, mudou-secom a família para a residência oficial em São Bento. Todos os ministros,sem excepção, passaram a andar com guarda-costas e escoltados por váriosseguranças pessoais. Os juízes e procuradores do processo FP-25A passaram aser guardados dia e noite, pernoitando, às vezes, em locais alternados esempre secretos.Apesar disso o Presidente da República em exercício Ramalho Eanes ou o recém-eleito Mário Soares não estiveram presentes no enterro tal como faltou o primeiro-ministro Cavaco Silva. Não houve um gesto visível deapoio público à vítima pelos seus superiores hierárquicos e membros dosórgãos de soberania. Curiosamente, nesse mesmo mês, na vizinha Espanha, umagente da Guardia Civil era assassinado pela ETA. O seu funeral teve honrasde estado e contou com a presença de Felipe Gonzalez e Juan Carlos.“Se me derem um tiro, como reagirão os defensores dos direitos humanos, os mesmos que pretendem condições mais brandas para os terroristas?” -afirmava numa entrevista a um jornal 15 dias antes de morrer. A verdade, éque a sua profecia se realizou e não houve um único acto de repúdio públicoaos ditos movimentos.Em Outubro do mesmo ano começava o julgamento da organização. O maiorfracasso do Estado de Direito do Portugal democrático. Não conseguiucondenar quem contra ele atentou.Mário Soares, com uma visão muito própria sobre a justiça, preferiuprimeiro indultar e depois amnistiar as FP-25A com total passividade dogoverno PSD. Preferiu cumprimentar Otelo Saraiva de Carvalho após a suasaída da prisão e recusou uma legítima condecoração, proposta pelo governo,para o mais alto funcionário do Estado a cair no cumprimento do seu deverno Portugal democrático. Para ele, as vitimas e as suas famílias eram umpormenor desagradável num processo que queria resolver politicamente.O tempo pode atenuar a dor de um filho, mas não apaga a vergonha que o Paíssente por não ter sido feita justiça: os assassinos não cumpriram a pena,apesar de julgados e condenados em tribunal, e as vítimas foram esquecidas.[Manuel Castelo-Branco]"
http://oacidental.blogspot.com/2006/02/gaspar-castelo-branco-foi-decidido.html
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O meu cavalo voa
por cima da eternidade
não sem que vagando à toa
deslize toda a saudade
Tejo, esgoto da urbe
derrotas os vis santanas
sem aguias e sem cabanas
entreguas tudo ao leo ogre...
oh, triste desilusão
tristeza até mais não
dragão sem penas em formol...
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O MUITOGROSSO apoia sem
qualquer engodo ou fim interesseiro
a candidatura do DR Mário Soares
à Presidência da República
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