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M U I T O G R O S S O

*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!

ANGOTERRA
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31 janeiro 2011

As intermináveis obras no Metro da Póvoa de Varzim

O MURO DE BERLIM POVEIRO Continua lá…como uma especie de campo de concentração onde não passa ninguém nem as obras terminam mais..Não se pode estacionar, não se pode passar sequer a pé, tem que se ir até quase Vila do Conde para passar para o outro lado da cidade… a única passagem disponivel está cheia de lama , lodo pedras e água… Que tristeza…povoa

…e por aqui ninguém passa !!!

 

Até quando????

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26 janeiro 2011

RESPOSTA a um Opositor…

 

Meu caro senhor...Agradeço que tenha  a coragem e a gentileza de publicar o que lhe envio... porém mesmo que o não faça, aqui vai a mensagem.
  Não basta já a "campanha negra" que contra Socrates e demais dirigentes e personagens do PS tem sido movida sem cessar??? todos sabemos  a quem aproveita essa "campanha negra" ou seja aos incompetentes do poder laranja... mesmo PSD Argivai tem gente com bastante dignidade para não fazer afirmações espúrias sob o PS...por isso atribuo asi e exclusivamente a si a exclusividade da responsabilidade dessas afirmações... Qualquer Militante do Ps se sentirá ofendido... Primeiro porque nenhum PS genuino é um bajulador; segundo porque O PS é um partido de liberdade...e não um partido de voz única...E se o camarada José Socrates sair reforçado e fôr eleito, ou se um outro qualquer candidato sair vencedor e passar a ser O secretário geral por certo será um bem para o PS e para Portugal que poderá continuar a acreditar e confiar a  sua governação ao Partido Socialista...

ao que se responde: retirado de:

http://argivaionline.blogspot.com/2011/01/ate-bater-no-fundo.html

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Até bater no fundo!

"O secretário-geral do PS, José Sócrates, será "naturalmente" candidato à liderança do partido nas eleições directas que se realizarão a 25 e 26 de Março, antes do congresso que o secretariado propõe que decorra a 8, 9 e 10 de Abril, afirmou hoje Francisco Assis" DN

Muito conveniente. Primeiro vota-se antes de alguém falar, não vá aquilo dar a volta, e depois quando tudo estiver decidido, discute-se!

Como é óbvio o congresso será uma festarola de bajulação. Assis e Seguro meterão as moções na gaveta, ou se tiverem coragem apresentarão qualquer coisa p´ra marcar posição para o futuro, até porque o futuro é já ali, digamos que isto é apenas um espasmo. É pena para o PS e para a democracia.

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Publicada por Editor em 10:45 , 0 comentários

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18 janeiro 2011

Procedimento Eleitoral na UDCA

A UNIÃO FAZ A FORÇA

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     Não queremos inviabilizar o futuro  e a mudança dos “timoneiros” na UDCA… Pois que como diz o Candidato Presidencial Coelho – “os politicos tal como as fraldas devem ser mudados de vez em quando”

 

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    A  UDCA tem um estatuto e regulamentos internos aprovados há muito e que exigem 3/4 de todos os associados para serem alterados… Assim está neles consagrado o “Típico” Sócio Unifamiliar e a admissão de sócios pela negativa, traduzida na máxima de que é sócio da udca todo o praticante, atleta , dirigente, animador, residente ou natural de Argivai, etc, que não declarar o contrário, ou seja que não diga que não quer ser sócio da UDCA… E para exercer o seu direito basta o Preenchimento da ficha de sócio unifamiliar se nunca o tiver efectivado…

      Também do regulamento eleitoral resulta que deve ser constituida uma Comissão Eleitoral de três elementos que supervisionará as candidaturas e a sua conformidade legal… E as listas candidatas são entregues ao presidente da comissão eleitoral contra recibo… As candidaturas tem que vir assinadas e com o programa eleitoral junto igualmente assinado. E após o sorteiro das listas terá que haver duas semanas ou no minimo dez dias úteis para campanha eleitoral só depois haverá uma assembleia geral com o único fim de sufrágio eleitoral por voto secreto, universal em urna própria e  directo (sem direito a votos por procuração ou correspondência)…

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14 janeiro 2011

Diversos rituais e outras memórias de Argivai

 

Fotos de sempre:

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07 janeiro 2011

UNIDADE DE ARGIVAI–MUA ARGENADI

MOVIMENTO DE UNIDADE ASSOCIATIVA clica  aqui

RECUERDOS:

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Atletis1 8  
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03 janeiro 2011

GUANABARA… O que foi?

 

http://www.alerj.rj.gov.br/center_arq_aleg_invent_link2.htm

ALEG: Inventário Analítico
Introdução

O estado da Guanabara existiu entre 1960 e 1975. Teve características típicas, devido à perda da condição de capital do Brasil, com o início da transferência da administração federal para a cidade de Brasília, construída no governo Juscelino Kubitschek e inaugurada em abril de 1960.

       A eleição e posse de Juscelino, em 1955, significou a entrada do país em um novo patamar político, econômico e social, marcado pelo início do processo de industrialização e urbanização. Umas das suas bandeiras políticas era a ocupação do interior do país, buscando-se diminuir as diferenças entre o centro-sul, a população litorânea e o interior agrário do país. Por isso, a construção de uma capital no coração do Brasil, longe das pressões políticas do centro das decisões financeiras e econômicas dos mais fortes grupos empresariais e dos operários sindicalizados - Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

       Para o Rio de Janeiro, capital do país desde 1763, a construção de Brasília significou uma queda de status, afetando a vida da cidade. Esta mudança significava um esvaziamento de sua importância nacional. Também representou um esvaziamento econômico, pois a estrutura administrativa - ministérios, secretarias e empresas estatais - foi sendo, paulatinamente, transferida para a nova capital, provocando uma queda no PIB da região.

       O estado da Guanabara foi criado pela Lei San Tiago Dantas de 14 de março de 1960, e sua composição geográfica abrangia o território da antiga capital. Este instrumento estabelecia normas para a criação do estado e convocação de sua Assembléia Constituinte. Previa eleições para o mês de outubro daquele ano, e o primeiro governador eleito foi Carlos Frederico Werneck de Lacerda (UDN).

       Carlos Lacerda tomou posse em 5 de dezembro de 1960 e seu mandato caracterizou-se por uma ampla reforma, que só se encerrou em 1962, visando descentralizar as tarefas executivas. Era o início de uma administração mais localizada e regional, diferente do costume anterior de se pensar o país a partir de sua antiga capital.

       A sua gestão preocupou-se, principalmente, em resolver problemas viários e habitacionais, elaborando um plano de habitação popular e, neste sentido, tomou medidas polêmicas, como a erradicação de favelas. Outra caraterística administrativa da época foi a construção de escolas, e de uma universidade, além da criação da polícia civil e remodelação da polícia militar. Inicialmente, apoiou o movimento político-militar de 1964, mas com ele rompeu após a eleição do seu sucessor, Francisco Negrão de Lima.

       O segundo governo do estado da Guanabara foi exercido pelo candidato da oposição local, que elegeu-se pela coligação PSD/PTB. A sua candidatura e posse foram ameaçadas por intensa campanha de Lacerda, inconformado com a derrota de seu candidato, o secretário de educação Flexa Ribeiro. A posse foi garantida pelo Poder Judiciário e pelo então presidente Humberto de Alencar Castelo Branco. Negrão de Lima atravessaria o período de Artur da Costa e Silva, a Junta Militar e a posse de Emílio Garrastazu Médici.

       Na época, assistiu-se à edição de diversos atos institucionais, como o AI-2, que adiou as eleições presidenciais e dissolveu os partidos; o AI-3, que tornou indiretas as eleições de governadores e prefeitos das cidades mais importantes e o AI-5, que suspendeu os direitos políticos e as garantias dos direitos civis.

       Neste período, ocorreram diversas manifestações estudantis de rua no centro do Rio, como aquela na qual foi assassinado o estudante secundarista Edson Luiz, em 28 de março de 1968; uma outra, no dia 20 de junho seguinte, que ficou conhecida como a Sexta-Feira Sangrenta, deixando como saldo vários mortos e centenas de feridos, em virtude da repressão policial; a Passeata dos Cem Mil, em 26 de junho do mesmo ano, esta sem nenhuma repressão; e os seqüestros dos embaixadores norte-americano, alemão e suíço, entre os anos de 1969 e 1970.

       Negrão de Lima, em termos administrativos, conseguiu fazer algumas obras viárias e ampliar a rede de ensino, apesar do alto grau de endividamento e dos mais calamitosos temporais enfrentados pela cidade. Também criou a Comissão Estadual de Defesa Civil, o campus da Universidade Estadual da Guanabara (UEG) e melhorou o abastecimento d'água da cidade.

       O terceiro e último governo do estado foi exercido por Antônio de Pádua Chagas Freitas (MDB), escolhido pela Assembléia, com o apoio da cúpula militar que comandava o país. O seu governo, coincidiu com uma fase de grande expansão da economia e de consolidação do regime político, instalado a partir de 1964.

       Entre os empreendimentos desta gestão, destacam-se a urbanização da Ilha do Fundão, possibilitando a inauguração da Cidade Universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); a criação da empresa de saneamento do estado, uma central de abastecimento e três grandes mercados da Companhia Brasileira de Alimentação (COBAL). Esta administração foi responsável, ainda, por diversas e polêmicas obras urbanas, inclusive aumentando o gabarito para construção em diversos bairros.

       O governo federal promoveu fusão do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro. No dia 15 de março de 1975, quando se encerrou o mandato do governador Chagas Freitas, a Guanabara - tal como era chamado o estado na época - deixou de existir.

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01 janeiro 2011

Orçamento de Estado, 2011

AVeroMar 71484
Aguçadoura 56328
Amorim 43539
Argivai 33.440
Balazar 51543
Beiriz 49254
Estela 52325
Laundos 44685
Navais 31126
PóvoadeVarzim 201974 Freguesia
Rates 58767
Terroso 39849

as verbas para as Freguesias da Póvoa de Varzim

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