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M U I T O G R O S S O

*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!

ANGOTERRA
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30 junho 2009

Pantanal politico….

meter água

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26 junho 2009

DOMINGOS SILVA da União Eleitoral de Argivai –UEA …tem toda a razão…

Fonte: http://www.vozdapovoa.com/noticia.asp?idEdicao=184&id=7403&idSeccao=1691&Action=noticia

Voz da Póvoa Edição de 26 de Junho de 2009A Voz da Póvoa

SECÇÃO: Política

UEA Criticou Actuação do Presidente da Assembleia de Argivai

Domingos Silva

Domingos Silva

A Assembleia de Freguesia de Argivai, sexta-feira, foi fértil em críticas por parte da oposição, representada pelos três deputados da União Eleitoral de Argivai (UEA), ainda na sequência dos insultos dirigidos à oposição pelo presidente da Junta, Adolfo Ribeiro, na sessão anterior, em que proferiu as seguintes palavras: “vocês são uns calhaus com dois olhos. Se tivesse aqui a p… dava-vos três tiros a todos”.

Domingos Silva, candidato da UEA à Junta de Freguesia de Argivai, criticou António Matos, presidente da Assembleia de Freguesia: “ao longo deste mandato teve um papel francamente decepcionante e demonstrou ter falta de autoridade para dirigir as sessões.

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22 junho 2009

CASOS DE TORTURA

 

Relatório denuncia casos de torturas em Angola

Segunda, 22 Junho 2009 00:48

“Os militares bateram-me
apertaram-me os testículos”

Londres – O governo de Angola devia pôr fim imediato à detenção ilegal e tortura de pessoas suspeitas de actividades rebeldes no enclave de Cabinda, província de Angola rica em petróleo, anunciou a Human Rights Watch num relatório publicado hoje.
No relatório de 29 páginas, “‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda,” a Human Rights Watch reporta um padrão preocupante de violações dos direitos humanos praticadas pelas forças armadas angolanas e agentes dos serviços de inteligência. Entre Setembro de 2007 e Março de 2009, pelo menos 38 pessoas foram presas arbitrariamente pelos militares em Cabinda e acusadas de crimes contra a segurança do Estado. Muitos foram sujeitos a detenção incomunicável por longos períodos, tortura e tratamento cruel ou desumano em detenção militar e foram-lhes negados direitos a um processo justo.
“As Forças Armadas Angolanas estão a cometer graves violações dos direitos humanos em Cabinda,” afirmou Georgette Gagnon, Directora de África da Human Rights Watch. “As preocupações de Angola com a segurança não justificam a tortura de pessoas ou a negação dos seus mais básicos direitos.”
O relatório da Human Rights Watch baseia-se em entrevistas realizadas em primeira mão em Março de 2009 com 20 reclusos na prisão do Yabi, em Cabinda, assim como em documentos de processos judiciais e outras fontes. Muitos dos reclusos eram são oriundos de zonas rurais do interior de Cabinda e foram detidos durante rusgas militares que se seguiram a ataques armados atribuídos à Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), um movimento separatista de guerrilha. Eles foram mais tarde acusados de crimes contra a segurança do Estado por alegado envolvimento em ataques armados atribuídos aos separatistas.
Os reclusos relataram de forma coerente à Human Rights Watch os maus tratos sofridos sob detenção militar. Um deles afirmou, “Eles levaram-me amarrado para a unidade militar do Caio e puseram-me num buraco cheio de água. Fiquei ali 19 dias... Eu insistí que era inocente.” Outro recluso afirmou: “Os militares bateram-me, apertaram-me os testículos e a minha língua com uma pinça, avisando-mepara ‘dizer a verdade’. Eu gritei de dor.”
Documentos dos processos judiciais demonstram que confissões obtidas sob tortura foram utilizadas como prova durante os trâmites judiciais e que os advogados de defesa não tiveram acesso prévio a essas “provas”.
O governo devia abandonar todas as acusações produzidas contras cidadãos, que sejam baseadas em confissões obtidas ilegalmente, tais como as obtidas sob tortura, afirmou a Human Rights Watch. A tortura é proibida em qualquer momento pelas leis internacionais dos direitos humanos, e os padrões internacionais de processo justo proibem que confissões obtidas sob coerção sejam utilizadas como prova.
A Human Rights Watch apelou ao governo de Angola que garanta que as forças armadas transferem indivíduos detidos por crimes de segurança imediatamente para as autoridades civis competentes; que as condições de detenção estejam de acordo com os padrões internacionais para a detenção antes do julgamento; e que permita julgamentos atempados e imparciais. O governo devia investigar todas alegações de graves violações dos direitos humanos cometidas por militares e elementos dos serviços de segurança, e processar judicialmente alegados autores, disse a Human Rights Watch.
O relatório da Human Rights Watch fornece mais detalhes sobre o conhecido caso de Fernando Lelo, um antigo correspondente da Voz da América que foi condenado por crimes contra a segurança do Estado num julgamento injusto, em Setembro de 2008. O relatório também recorda casos que atraíram muito menos atenção pública e arriscam ser ignorados.
Com alguma prudência pode-se afirmar que há alguns sinais de melhoria: ao contrário de Lelo e dos soldados condenados com ele, os outros reclusos acusados de crimes contra a segurança do Estado serão julgados num tribunal civil. Em Maio de 2009, um juiz do tribunal civil de Cabinda absolveu quatro desses reclusos por falta de provas; o procurador de Cabinda apelou da sentença, que ainda está pendente.
“Uma absolvição por falta de provas é um sinal positivo, mas a menos que detidos torturados sejam indemnizados e os oficiais militares responsáveis sejam punidos, há poucas garantias contra futuros abusos,” afirmou Gagnon. “O governo de Angola devia rever rapidamente a sentença injusta de Lelo e os condenados com ele, garantir o pleno direito a um processo justo aos acusados de crimes contra a segurança do Estado, e indemnizar as vítimas de tortura.”
Um acordo de paz de 2006, assinado pelo governo de Angola e uma facção da guerrilha separatista procurou terminar formalmente o conflito armado em Cabinda, que existe desde a independência de Angola em 1975. O governo angolano afirma que a guerra em Cabinda terminou. Contudo, têm continuado ataques esporádicos contra as forças armadas e trabalhadores estrangeiros, e um grupo da FLEC ameaçou aumentar a suas actividades até o Campeonato Africano das Nações em 2010, que terá lugar também em Cabinda.

“‘Puseram-me no Buraco’: Detenção Militar, Tortura, e Processo Injusto em Cabinda”  disponível em:

·        Português: http://hrw.org/en/embargo/node/83881?signature=9d6e1cf6948a498234fbece3f6476a43&suid=6

Relatório disponível em: ·        Português: http://www.hrw.org/node/83882
·        Inglês: http://www.hrw.org/node/83880
Para mais informação da Human Rights Watch sobre Angola, visite:
http://www.hrw.org/en/africa/angola

Fonte: HRW

C

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21 junho 2009

que diz Renato Matos

 

Fonte: ACÇÂO SOCIALISTA

ENTREVISTA

Renato Matos, candidato à Câmara da Póvoa de Varzim

“Apostar no turismo, na área social e na reabilitação urbana”

“Apostar no turismo, na área social e na reabilitação urbana”Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros que entenderem que é “desejável e possível uma mudança” têm no PS “a única alternativa válida” ao actual Executivo camarário “sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social”, afirma Renato Matos, candidato do PS à presidência da Câmara da Póvoa de Varzim que, em entrevista ao “Acção Socialista”, aponta como prioridades do seu programa uma política de turismo “mais arrojada”, uma aposta na área social, com medidas de apoio às famílias mais carenciadas, ao comércio local e às pequenas e microempresas, e um forte investimento na reabilitação urbana.

Uma das principais bandeiras da sua candidatura é a criação da marca turística “Póvoa de Varzim”. Qual o objectivo?

A Póvoa de Varzim sempre foi uma referência no turismo nacional, sendo um destino muito procurado no Noroeste Peninsular, mas o mundo mudou, as cidades perceberam a importância para as suas economias da actividade turística e passaram a competir entre si na oferta. Os patamares de exigência na qualidade da oferta turística aumentaram e a Póvoa não conseguiu acompanhar essa mudança. Nas duas últimas décadas a cidade perdeu importância e competitividade naquele que é o sector-chave da economia local.

É, assim, vital para a economia do concelho inverter esta tendência, criando a marca turística “Póvoa de Varzim”, envolvendo o sector empresarial local e a população em geral nesse desígnio, desenvolvendo as condições para elevar para outros patamares qualitativos a oferta turística existente.

Sendo o turismo o sector-chave da economia poveira, que projectos e iniciativas tem programadas para potenciar esta área sem pôr em causa um desenvolvimento sustentável?

Com vista a elevar a qualidade da nossa oferta e atracção turísticas entendemos ser fundamental a requalificação da nossa frente urbana marítima, ampliando a marina até ao actual porto de pesca, com a criação de uma zona para restauração e locais de animação de qualidade. É fundamental a promoção de zonas de estar, convívio, socialização e diversão em zonas nobres da cidade e bem definidas através de uma estratégia que procure devolver o mar e o espaço público a uma fruição tão generalizada e diversificada quanto possível.

Neste escopo é necessária a requalificação das zonas balneares na parte norte do concelho e repensar a ocupação das praias e dos equipamentos de apoio.

Entendo ser também necessária a captação de investimentos para equipamentos de qualidade no domínio hoteleiro (SPA, talassoterapia) e a criação de uma casa museu do Mar que preencha as lacunas culturais da Póvoa.

Um das apostas da sua candidatura é a área social. Que medidas estão previstas para apoiar os cidadãos e as famílias de mais baixos rendimentos, na actual conjuntura de crise económica?

A Póvoa é o concelho do Grande Porto com menor rendimento por habitante, com menor índice de poder de compra concelhio e com a população menos qualificada. São dados muito preocupantes. Se eu fosse presidente da Câmara nesta altura estaria bastante preocupado, mas infelizmente vemos hoje uma autarquia sem capacidade de resposta para os problemas do município e com uma atroz insensibilidade social. Temos de intervir rapidamente com medidas objectivas e imediatas. Desde logo um pacto fiscal municipal extraordinário para os próximos dois anos que contemple uma diminuição do tarifário da água para pensionistas mais carenciados e para as famílias cujo agregado esteja em situação de desemprego. Da mesma forma é imperioso diminuir as taxas de ligação ao saneamento (das mais altas do país).

Para além deste pacto fiscal municipal, pretendo criar um gabinete de crise para apoio ao comércio local e às micro e pequenas empresas para estimular a economia local e incentivar a criação de emprego. Assim, pretendo isentar o comércio local das taxas de publicidade e estabelecer protocolos com o sector empresarial local com vista à contratação de desempregados do nosso concelho.

Uma das suas apostas é a revitalização do parque habitacional. Em que moldes se vai processar esse objectivo?

Quer por uma questão económica e turística mas essencialmente por uma questão social, é importante que a autarquia faça um investimento na reabilitação urbana. Acho que pode ser importante tentar encontrar formas de renovação de fachadas, sobretudo nas principais artérias da cidade (Av. Mouzinho de Albuquerque e Av. Vasco da Gama) e incentivos aos moradores para o fazerem de forma concertada e relacionada com uma imagem definida para a cidade. Por outro lado, é necessário que se incentive os proprietários na requalificação dos seus imóveis, isentando-os do pagamento do IMI por um período de dois anos após as obras. Por fim, também numa lógica social, pretendo implementar o apoio à pequena obra e à pequena reparação doméstica, que consiste num apoio da autarquia através dos seus funcionários, em parceria com as Juntas de Freguesia, para pequenas reparações nas habitações mais degradadas.

Sou também um defensor do direito à arquitectura, como tal, pretendo instituir um prémio anual de arquitectura da cidade, de forma a promover a qualidade arquitectónica dos nossos edifícios.

Quais são, na sua opinião, os principais trunfos que o PS dispõe para conquistar a autarquia?

A Póvoa de Varzim é o único concelho do distrito do Porto onde o Partido Socialista nunca ganhou nenhuma eleição. Sei, portanto, das dificuldades que me esperam, porque sociologicamente este concelho é muito conservador.

Alguns louvam-me a coragem pelo embate, mas eu não tinha era coragem de ver a minha terra ficar para trás a cada dia que passa e nada fazer.

Nas próximas eleições autárquicas, os poveiros serão confrontados com uma decisão muito simples: quem estiver contente com o rumo do nosso concelho deverá legitimamente votar no actual presidente da Câmara, quem entender que é desejável e possível uma mudança tem no Partido Socialista a única alternativa válida. O Partido Socialista na Póvoa de Varzim é composto por homens e mulheres que nos últimos anos têm, não só, feito um levantamento exaustivo dos problemas do concelho, mas também apresentado propostas que de forma séria e sustentada, possam ir de encontro aos anseios e expectativas mais legítimas da população.

É essa seriedade que depositamos no exercício da actividade política, não caindo na tentação da demagogia fácil, fazendo um esforço contínuo para consolidarmos técnica e politicamente a nossa intervenção, que faz com que cada vez mais cidadãos da nossa terra olhem para o PS como um fiel depositário das suas esperanças.

Quais as vão ser as principais prioridades do programa socialista para a Câmara?

Para além da questão social e da clara aposta numa politica de turismo mais arrojada e de acordo com o legado e as potencialidades turísticas da Póvoa de Varzim, tal como já aqui expus, o futuro programa de governo local da nossa candidatura terá uma especial preocupação com a excessiva carga fiscal municipal que a autarquia sacrifica a população, (Água, lixo e saneamento mais caros do país), procurando que essa carga fiscal seja mais de acordo com as reais possibilidades financeiras da população, assumindo assim o escopo de sermos mais exigentes na gestão dos dinheiros públicos, a começar pela alteração da política de recursos humanos da autarquia.

Outra prioridade que o Partido Socialista assumiu já há algum tempo é uma nova política de mobilidade, mais consentânea com uma melhor qualidade de vida da população, com a criação de uma rede de ciclovias, duma rede urbana e suburbana de transportes públicos ecológicos e adoptando o conceito de park and ride nas zonas limítrofes da cidade.

Outra grande prioridade da minha candidatura é a introdução de uma abordagem ou concepção do exercício do poder local, onde se instigue a participação política dos cidadãos utilizando instrumentos como o orçamento participativo e a figura jurídica do referendo local.

O que podem esperar os munícipes de Renato Matos à frente dos destinos da Câmara?

Os poveiros conhecem-me. Sabem que não apareci agora a falar dos problemas do concelho, só porque estamos num período pré-eleitoral. Tenho estado na linha da frente na defesa da minha terra mesmo quando para isso tenho que tomar posições contra o meu próprio partido, como foi o caso da luta contra a introdução de portagens na IC1.

Penso que chegou a altura de termos um Presidente que diga a verdade sobre as escolhas que temos de fazer e os problemas que temos pela frente. É por isso que nas próximas eleições o que estará em jogo é muito mais do que a vitória deste ou daquele partido, mas antes a necessidade de romper com um passado de imobilismo e narcisismo dos actores políticos. Comigo, desde logo, os poveiros sabem que haverá uma nova concepção de exercício do poder, onde se promova a participação cívica da população nas grandes opções do nosso concelho e na gestão da coisa pública.

Comigo, os poveiros sabem que terão na autarquia um parceiro nas suas ambições e não um obstáculo, como acontece agora tal a ânsia de arrecadar receita fiscal municipal. Uma autarquia que antes de ser exigente com a sua população o seja consigo mesma numa gestão mais rigorosa e transparente, onde não se confunda a gestão pública com interesses privados.

Que balanço faz da gestão do PSD no município e, nomeadamente, o aumento exponencial da despesa corrente?

A Póvoa de Varzim é o concelho do Grande Porto com menor rendimento médio por habitante e com o mais baixo poder de compra, somos o concelho com a maior taxa de saída escolar precoce e menor qualificação dos seus habitantes, mas estranhamente somos o concelho que pratica os tarifários da água, lixo e saneamento mais caros do país muito acima das reais possibilidades económicas das famílias poveiras. No entanto, mesmo praticando as taxas e licenças municipais mais elevadas do país temos uma Câmara Municipal numa situação de quase insolvência, com um aumento exponencial de dívidas aos fornecedores. Continuamos a ter um constante aumento, de ano para ano da despesa corrente, sem que daí advenha uma melhor prestação dos serviços públicos municipais.

Algo vai mal quando a autarquia é, de longe, o maior empregador do concelho, sem que se consiga atrair investimento e quando o sector chave da economia local – o turismo – decresce de ano para ano.

Quando se está muito tempo no poder ganham-se vícios, promovem-se compadrios e reproduzem-se desigualdades e infelizmente a Câmara Municipal da Póvoa espelha bem esta realidade. É por isso urgente uma nova cultura política e uma nova forma de exercício do poder local.

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20 junho 2009

verdades da “laranjada”….

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A alta velocidade da demagogia

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Vamos todos contribuir para o esclarecimento  e o combate à desinformação, para que os cidadãos votem esclarecidos  e reduzam a praga da abstenção.

A ALTA VELOCIDADE DA DEMAGOGIA E DO OPORTUNISMO DO PSD À CAÇA AO VOTO

O comportamentRo do PSD, em matéria de TGV, é indigno e tem todas as marcas da incompetência, da demagogia e do oportunismo.

O PSD cometeu três erros que não reconhece e de que não se arrepende ou envergonha, porque é um partido dirigido por gente sem valores
éticos:

1º. Não avançou com o TGV quando podia e devia.

2º. Assinou com o Governo de Espanha um “contrato” discutível

           3º. Desrespeita as suas próprias assinaturas – e está lá a de Manuela Ferreira Leite como, Ministra das Finanças do governo de direita      de então

O PSD renega por três vezes, como São Pedro, a alta velocidade que, embora tarde e a más horas, havia apoiado. Só tenta fazer parar o projecto TGV porque, acha que isso coloca dificuldades a Sócrates e rende votos «laranja». Um oportunismo saloio, apoiado nas campanhas de desinformação dos aliados na TVI e outros saudosistas dos velhos do Restelo.

José Costa

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18 junho 2009

R. M. segredo cítrico

MARACURM1q

Quem disse que apenas a laranja tem?

RM também tem…

Quem disse que maracujá não tem?

R M não tem também?

 

RM vitaminado….

a toda a Póvoa fará bem !!!

 

Tome também RM !!!

Proteja-se do vírus do poder !!!

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16 junho 2009

União Desportiva e Cultural de Argivai — Portal da CMPV

 

União Desportiva e Cultural de Argivai

argivai

A União Desportiva e Cultural de Argivai foi fundada em 30 Novembro de 1988, esta Associação nasceu da fusão das associações existentes na altura na freguesia: o Centro Desportivo e Cultural de Argivai, a Associação Recreativa e Cultural de Argivai, a Associação Cultural e Desportiva Argivaiense (Argivai Futebol Clube) e a Associação Folclórica de Argivai.
O objectivo da associação é promover o convívio e camaradagem entre as pessoas através das várias actividades Desportivas e Culturais, assim como o desenvolvimento Humano e Social.
A U.D.C. Argivai tem o Desporto e Cultura como seu lema. Conta com mais de 600 associados e movimenta mais de 270 atletas, nas várias secções desportivas, Futebol, (Escolinhas, Infantis, Juvenis, Seniores, Veteranos e Feminino), Atletismo e Ténis de Mesa, (todos os escalões Masculinos e Femininos), Xadrez e Paintball, sendo esta última a mais recente da colectividade, onde já conta com inúmeros atletas.
Na vertente cultural, conta com várias secções, tais como Jornalismo, (edita o jornal a “Voz de Argivai”), Biblioteca e Dança. Também organiza Convívios de Sócios, Jogos Florais, Teatro, Queima do Judas, Magusto, Carnaval e o Festival Folclore, este último organizado pelo seu Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel - o Anjo.
Como infra-estruturas, a U.D.C. Argivai dispõe de um parque de jogos constituído por campos de futebol de 11 e 7, balneários, bar, sala de direcção, lavandaria, enfermaria, nas instalações cedidas pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, e Sede Social com um salão para várias actividades, cedidas pela Junta de Freguesia de Argivai.
Esta associação está reconhecida como Instituição de Utilidade Pública desde 2002 e registada como tal na Conservatória de Registo Predial e Comercial da Póvoa de Varzim, com a matrícula nº5, desde 23 de Julho de 2002.


Actividades: - Atletismo
                     - Folclore - Rancho Infantil e Juvenil S. Miguel o Anjo
                     - Futebol
                     - Jogos Tradicionais (concursos)
                     - Biblioteca
                     - Jornal “A Voz de Argivai”
                     - Ténis de Mesa
                     - Xadrez


Espaços:
Campo de Futebol e Salão Social cedidos pela Junta
Contacto: Presidente Sr. António Torre da Silva
                 Telef. 252 611 745 / Telem. 967 650 866
                 Largo do Padrão, 24
                 Argivai
                 4490-203 Póvoa de Varzim

Rancho Infantil e Juvenil "S. Miguel o Anjo"

Rancho de raiz rural, fundado em 28 de Abril de 1984, constituído por 35 elementos entre dançarinos e acompanhantes. Para além destes elementos há ainda os da orquestra constituída por acordeão, viola normal, viola braguesa, cavaquinhos, reco, castanholas, ferrinhos, pandeireta, bombo e rela, e os solistas com o coro acompanhante.
Organiza festival de folclore integrado nas celebrações de S. Miguel-o-Anjo – Setembro.

Você está aqui: EntradaMunicípioAssociaçõesAssociações do ConcelhoArgivai → União Desportiva e Cultural de Argivai

União Desportiva e Cultural de Argivai — Portal da CMPV

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13 junho 2009

Confusão… ou neurónios queimados?

 

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Durante muito tempo, não tive resposta

para o fenómeno… Sempre me habituei ao

barulho das genstes e das cidades…

quem viveu na Luanda dos anos 70, ou

noutra qualquer cidade cosmopolita do mundo

sabe que a vida corre  a uma velocidade estonteante

e o barulho é próprio e natural e temos que

entabular conversa uns com os outros

no meio desse barulho de sons mecânicos e vozes humanas…

Custa-me a perceber pessoas que chamam à vida confusão…

..e que mandam calar todos, e querem silêncio

e acusam-nos de falar muito alto…

como se fossemos bestas ou animais…

Concluo que são pessoas que “fundiram a cuca” ou

tem os neurónios “queimados”

Viva o barulho exterior !!! Viva o falar alto !!!

Viva o silêncio interior… da alma !!!

 

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12 junho 2009

ATLETISMO

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O XXI Grande Prémio de S. Pedro

é organizado pelo Pelouro do Desporto

e pela

União Desportiva e Cultural de Argivai,

com a colaboração da Associação de Atletismo do Porto

e do Conselho Regional de Arbitragem.

No portal municipal está disponível mais informação sobre a prova,

nomeadamente os vários escalões previstos, os percursos

ou o valor das inscrições (caso se aplique ao escalão).

Os interessados podem também obter mais informações

junto do telefone 252 291 060.

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10 junho 2009

A ECOLÓGICA candidata a PM ...


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08 junho 2009

Crónicos de estimação e outros Cromos

Apenas pretendemos com estas imagens

recordar o melhor que existiu

e ainda vai existindo em Argivai

adri jmacedo1 rg carrinha    udca tipik

 antónioluis

   tt    futfem
      catarino fut   rogério
 ACosta  jmacedo     livro
igre  salarancho   antigasede
 Imacarr PInok   xc
   
       

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06 junho 2009

ARGIVAI LIVRE

 ARGIVAI LIVRE

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02 junho 2009

Retrospectiva UDCA

 

  Cartazes
11aniv  
natal  
Jornal  
avajorn
Ficha SÓCIO  
sociounifamiliar  

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