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M U I T O G R O S S O

*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!

ANGOTERRA
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30 abril 2008

TARIK AZIZ

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TARIK AZIZ

Aziz, o único cristão no núcleo duro de Saddam Hussein, responde, a par de vários co-arguidos, pelas execuções de 42 comerciantes, então acusados de especulação com os preços de produtos alimentares. O Iraque estava, então, sujeito às pesadas sanções internacionais motivadas pela invasão do Kuwait, em 1990. Após a invasão do Iraque pelos EUA, entregou-se voluntariamente, quase de imediato às tropas americanas.

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29 abril 2008

Contra a especulação alimentar...


LUTA CONTRA ESPECULAÇÃO ALIMENTAR

DIA 1º de Maio




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25 abril 2008

25 de Abril







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22 abril 2008

LINGUA PORTUGUESA

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FONTE: www.orlandopressrom.com


Guiné Equatorial admite adoptar língua portuguesa


Monday, 02 July 2007
A Guiné Equatorial está disponível para adoptar o português como língua oficial para poder entrar na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), revelou o secretário executivo da organização. Luís Fonseca afirmou que a disponibilidade foi manifestada pelo executivo de Teodoro Obiang durante a visita de dois dias que fez à Guiné Equatorial no final da semana passada. A Guiné, actualmente Observador Associado da CPLP, quer ainda apoio dos "oito" para difundir o ensino da língua portuguesa no país, para formação profissional e acolhimento dos seus estudantes pelos países da comunidade lusófona. Face à aproximação entre o país e a CPLP, Fonseca considera alcançável o necessário "consenso dos estados-membros" para o alargamento da comunidade a nove países, depois de cumprido o critério da língua portuguesa. As autoriadades da Guiné Equatorial "deram-me entender que o país está na disposição de introduzir o português como língua oficial, assim que as condições estejam reunidas", disse Luís Fonseca. A Guiné Equatorial tem como língua corrente oficial e o espanhol e recentemente adoptou o francês, idioma corrente nos estados vizinhos, mas que quase não é falado no país. Cumprida esta condição "sine qua non", frisa o diplomata cabo-verdiano "haverá condições para que possa apresentar uma candidatura". O interesse da cooperação com a CPLP estende-se, para a Guiné, também à Saúde, área em que pretende beneficiar da experiência de combate a doenças tropicais, em países como Cabo Verde. O país presidido Obiang pretende ainda apoio, em particular de Cabo Verde, Portugal e Brasil, para desenvolver o turismo, como forma de diminuir a dependência em relação à produção petrolífera, actualmente a principal fonte de receitas. "A Guiné Equatorial tem tido um crescimento espantoso, existem algumas importantes possibilidades de cooperação económica, como na formação de quadros e relações comerciais, que já mantêm com São Tomé e Angola; pensam que o Brasil e Portugal podem desempenhar um papel importante neste aspecto", disse o secretário executivo da CPLP. Fonseca aponta ainda o relativo "isolamento cultural" da antiga colónia espanhola em relação aos países vizinhos e as "razões históricas", como razões para o desejo de aderir à CPLP. A Guiné Equatorial "foi descoberta por Portugal, que ali teve presença até ao século XVIII, e mesmo depois da saída mantiveram-se contactos; Portugal deixou uma boa impressão" no país, diz Luís Fonseca. O assunto do apoio ao ensino do português e formação profissional no país será abordado na próxima reunião ministrial da CPLP, no próximo dia 27 de Julho, na qual está prevista a presença de um ministro da Guiné Equatorial. "Os procedimentos da cooperação têm os seus trâmites, vai ser necessário que os Estados-membros se disponibilizem para aceder aos pedidos, não será a CPLP", afirma Fonseca. Para o secretário executivo, "praticamente todos os Estados estão em condições de aceder" à solicitação. Exemplo, afirmou, é que um alto responsável do ministério dos Negócios Estrangeiros de Obiang está actualmente a ter aulas com um professor são-tomense. "Demonstra que todos podem, de alguma maneira, disponibilizar ajuda, mas Portugal, Brasil, Angola estarão em melhores condições", acredita. A delegação da CPLP, que integrou ainda o ministro-conselheiro Júlio Hélder Lucas, esteve na Guiné Equatorial a 28 e 29 de Junho. Teodoro Obiang chegou ao poder na Guiné Equatorial através de um golpe de Estado, em 1979. As seu regime tem sido apontadas numerosas violações de direitos humanos. A oposição constituiu um "governo no exílio", que tem sede em Madrid, Espanha. O país é actualmente o terceiro maior produtor de petróleo da África sub-saariana e disputa com o vizinho Gabão um grupo de ilhas fronteiriças consideradas de grande potencial para a exploração de petróleo.
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18 abril 2008

UNITA e DNIC

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Domingos Maluka afirma: Estamos no parlamento para defender o povo


18-Apr-2008
Luanda - 20 Dias são passados desde que o prédio que albergava a Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC) se desmoronou com inúmeras perdas humanas e materiais, fincando por se saber ate ao momento as principais causas deste infausto acontecimento.
A situação tem estado a preocupar a sociedade angolana. Com este propósito o grupo parlamentar da UNITA, vai interpelar no dia 22 de Abril corrente, o executivo angolano para procurar saber como é que a situação ocorreu.
Segundo fez saber o vice-presidente da bancada parlamentar do “Galo Negro”, Daniel José Domingos “Maluka”, o seu Partido pretende questionar o governo do porquê de tanta apatia na resolução de um problema que já vinha dando sinais.
“ Nós queremos questionar o governo porquê que não agiu, quando já tinha informação em sua posse de que aquele edifício corria o risco de ruir. Mais também, pretendemos saber o quê que faltou para salvar as pessoas quando nós dispomos de informação que o edifício começou a ruir á uma hora da manha e só caiu em terra às 4 horas”, já que na opinião do deputado Maluka, houve tempo suficiente para se tirar as pessoas das celas.
“ Também queremos saber o que é que esteve a fazer lá o bebé. Ora, há aqui um conjunto de questões que devem ser colocadas e pensamos que o governo responda de formas a que nós possamos encontrar respostas e também pedir ao governo que situações destas não mais aconteçam”, destacou.
O político da oposição revelou por outro lado que a situação da DNIC levanta outra questão que se prende com a manutenção dos edifícios bem como o cumprimento das leis e decretos.
Entretanto apesar do regimento interno da Assembleia Nacional, recomendar os grupos parlamentares que pretendam interpelar o executivo, o devem fazer 15 dias antes e com a entrega das perguntas; o dirigente da UNITA pensa que este é um articulado muito caduco, tendo destacado que na próxima legislatura deverá ser mudado.
“ Este regimento não facilita o debate, nem mesmo dá a possibilidade do governo mostrar que conhece os dossiers. O governo acaba por ir ao parlamento com a cábula feita, e depois isto não demonstra a performance da governação como os angolanos querem”, sublinhou.
Enquanto isto, o vice-presidente da bancada parlamentar da UNITA, anunciou na ocasião que a sua bancada está em contacto permanente com algumas famílias das vítimas, tendo revelado também que estão em posse de informações sigilosas.
“ Nós temos informações que as famílias nos pediram que fossem sigilosas. Também precisamos de saber do governo como é que vai indemnizar as pessoas; porque elas estavam ali para serem presas e depois saírem e agora morreram… como é que o processo vai decorrer”, questionou o dirigente da UNITA.
Quanto ao apoio às famílias das vítimas, Daniel José Domingos “Maluka” adiantou que a UNITA é um Partido político, e a sua função não é distribuir benesses, nem distribuir casas e bens alimentares; como o fazem alguns utilizando o erário público e a margem da lei. “Nós pensamos que esta é tarefa do governo e mais concretamente do ministério da Assistência e Reinserção Social dar o apoio logístico; bem como dar saúde através do ministério da Saúde”, defendeu.
Questionado se esta interpelação será mais uma e que não terá o resultado desejado, Daniel José Domingos “Maluka”, salientou que “ estamos no parlamento a defender os interesses do povo, que afinal de conta somos todos nós. As respostas que o governo tem dado e a forma como o próprio governo trata o parlamento é mais um indicativo do tipo de governo que nós temos. Nós fazemos o nosso papel e o governo por vezes sai da Assembleia satisfeito por ter abandalhado a UNITA, mas nós entendemos que ao abandalhar a UNITA está a abandalhar o povo e este povo vai saber responder nas próximas eleições”, alertou.
De referir que o antigo prédio da DNIC, desmoronou-se na madrugada do dia 28 de Março último, tendo vitimado mortalmente 30 pessoas dentre as quais, um bebe, 10 mulheres e 19 homens, segundo dados publicados naquela altura pelas autoridades competentes.
Fonte: Kwacha

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11 abril 2008

RECLAME À VONTADE







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BOTE aí FALADURA...



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A Democracia de Mr MUGABE...

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Fonte: ULTIMO SEGUNDO

Anistia Internacional denuncia

ataques a oposição

após pleito no Zimbábue
10/04 - 17:29 - EFE
http://ultimosegundo.ig.com.br/

Londres - A Anistia Internacional (AI) denunciou nesta quinta-feira vários ataques contra supostos membros da oposição política no Zimbábue após as eleições presidenciais, cujos resultados ainda não foram divulgados doze dias após sua realização. Em comunicado, a organização de defesa dos direitos humanos pede que a Polícia zimbabuana coloque fim à violência e investigue o possível envolvimento das forças da ordem nos conflitos.Segundo a AI, foram registrados ataques contra opositores na capital do país, Harare, e em outras províncias.Entre outras ocorrências, no dia 6 de abril houve uma discussão em um bar de um centro comercial da cidade de Gweru na qual, supostamente, vários soldados atacaram cidadãos por "não votarem corretamente".Por outro lado, a Anistia mostrou hoje sua satisfação com a realização de uma reunião no próximo sábado, na Zâmbia, dos 14 chefes de Estado dos países que integram a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), na qual o caso do Zimbábue será analisado.O analista da AI no Zimbábue, Simeon Mawanza, pediu aos dirigentes africanos que reconheçam a violação dos direitos humanos produzida nesse país, e que uma das causas do aumento das tensões é "o atraso na divulgação dos resultados das eleições presidenciais".A Comissão Eleitoral não anunciou ainda os resultados desse pleito, realizado em 29 de março, mas divulgou a apuração das votações parlamentares que foram realizadas simultaneamente.O opositor Movimento para a Mudança Democrática (MDC, em inglês) sustenta que, de acordo com os dados das atas de votação exibidas nas portas dos colégios eleitorais, seu candidato presidencial, Morgan Tsvangirai, obteve 50,3% dos votos.O partido opositor atribui ao presidente Robert Mugabe, no poder desde 1980, 43,8% dos votos, o que, segundo o MDC, torna desnecessário um segundo turno, como quer o Governo de Harare.A oposição denunciou que Mugabe já desdobrou ex-milicianos que lutaram a favor da independência e as Forças Armadas para preparar uma onda de violência contra militantes da oposição, semelhante à ocorrida no plebiscito constitucional de 2000 e nas eleições de 2002.
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07 abril 2008

futebolando







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05 abril 2008

SEM DINHEIRO NA CARTEIRA







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04 abril 2008

AGUALUSA DO BENGO

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"Angola tem um pensamento totalitário" ISABEL LUCAS
"A reacção às minhas declarações só releva que Angola tem um espírito totalitário." A frase é do escritor angolano José Eduardo Agualusa e é um comentário à polémica gerada por uma outra frase sua: "Uma pessoa que ache que o Agostinho Neto, por exemplo, foi um extraordinário poeta é porque não conhece rigorosamente nada de poesia. Agostinho Neto foi um poeta medíocre". A frase, dita numa entrevista ao jornal Angolense, suscitou uma enorme polémica nos meios políticos e intelectuais. No Diário de Angola, um editorial acusava Agualusa de ter a intenção única de "humilhar figuras de relevo" da História angolana. No mesmo jornal, um artigo assinado por um conhecido colunista, Artur Queiroz, chamou difamatórias as declarações do escritor por visarem "poetas mortos" e acusando Agualusa de cobardia. "Vem agora uma flatulência retardada do colonial fascismo sujar a sua memória com uma tentativa de assassinato de carácter", escrevia Queiroz. (Pode ler-se no blogue Origem das Espécies) Na entrevista, além de Agostinho Neto, chamado o "pai da nação angolana", Agualusa referia os poetas António Cardoso e António Jacinto. "Foram todos grandes figuras do nacionalismo angolano e, eventualmente boas pessoas, não sei, não conheci nenhum deles, mas eram fracos poetas." Sobre o assunto escreveram-se muitas páginas na imprensa local, sintoma, disse o escritor, "das fragilidades do sistema angolano e das mentalidades que ainda não são democráticas". Os ânimos só "serenaram" (palavras de Agualusa) depois de um artigo de Sousa Jamba em defesa do autor angolano, publicado no Angolense. Passado algum medo, que não nega ter sentido - "as pessoas ficam assustadas, fecham-se" -, Agualusa considera que a polémica serviu para lançar o debate sobre a liberdade de expressão, mesmo dentro do partido: "Limitei-me a uma apreciação literária. Quem não aceita a crítica não sabe nada de democracia."

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