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M U I T O G R O S S O

*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!

ANGOTERRA
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22 julho 2006

aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!!!

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14 julho 2006

A Resposta do ABEL MAIA...


FONTE: O PRIMEIRO DE JANEIRO

http://www.oprimeirodejaneiro.pt

Pedro Brás Marques abandonou a tertúlia

Abel Maia

*Pedro Brás Marques, seguindo Rui Silva, abandonou a tertúlia após gastar toda a bílis na última semana. Reflecte a sua liderança, digo eu. Durante anos divertiu-se a analisar o trajecto político dos outros e agora diz que não tem tempo para a tertúlia? Logo ele que a sugeriu? É mais interessante ler os elogios do seu próprio jornal? Será isso ou dificuldades em conviver com a crítica? Fez carreira como crítico, assinando textos no «Terras do Ave» e, ainda, como co-autor (anónimo) do desaparecido blog «ovilacondense», mas demonstra não conviver bem, enquanto político, com a crítica e com o diálogo. O seu texto foge à questão essencial, numa atitude kafkaniana(?), quando a questão era simples: - O que é que o líder da oposição pode fazer para melhorar a comunicação social local?. Fugiu à questão e agora foge ao debate. Sintomático de quem não quer participar neste debate público, porque está de bem com o que tem: Um jornal ao serviço da sua liderança. A isenção e o pluralismo da comunicação social podem esperar, pensará o líder local do PSD? Percebo dos seus textos na tertúlia, lendo os termos fortes que usa, que para si política é ferocidade. Por isso, está mais à vontade quando escreve no anonimato, eu percebo. Quando tem de dar a cara, diz que não quer perder tempo? Caro Pedro, nunca fui duque, rei ou vice-rei. Não sou monárquico, nem tenho problemas de linhagens, de dinastias, ou fantasmas de paternalismos, mesmo os políticos. Porque questionou o que me move, digo-lhe que sou como Mário Soares, ou se quiser, como Manuel Alegre: republicano e laico. Cumpri oito anos na assembleia municipal e oito anos no executivo, com garbo e absoluta disponibilidade. Orgulho-me do que fiz e do que ajudei a fazer. Aliás, foi você que disse, no finado blog, que eu trabalhei muito e que estive sempre disponível, até para a oposição. Por isso, caro Pedro, estou de bem com o meu passado político, mesmo quando ganhei eleições em listas em que você foi derrotado. Não me considere náufrago, pois quem perdeu as últimas eleições foi você que ajudou a afundar a coligação PSD/PP, versão 2005. Eu não entrei no barco socialista nas últimas eleições autárquicas, sendo militante com gosto, e devo confessar-lhe que se fosse hoje tomava a mesma decisão. Faz bem o afastamento do poder. É saudável. O que temos é de perceber isso. Eu percebi a tempo e só sou responsável pelos meus actos, como sabe. Se o futuro me reservar novo papel, cá estarei para ser alvo das suas crónicas, como nos últimos oito anos. Vá lá, não se irrite, apenas analisei os seus primeiros passos enquanto presidente do PSD e que quer? – A sua imagem da maré negra foi evidente. Depois, quando você fizer 100 dias, poderei fazer novo balanço e mais consistente, e quem sabe, poderei dizer que a sua postura denotou melhorias!Vai abandonar a tertúlia? - Não posso dizer que seja pena, agora que sei o que pensa, mas saiba que havia muita gente de olhos postos em si, para conhecer o seu pensamento sobre a democracia e, também, o seu pensamento sobre a comunicação social isenta e plural, que tanta falta nos faz.Caro Miguel Paiva, felicito-o pela elevação, marcou a diferença, mas esteja à vontade. Pode lembrar sempre que o deseje, as venturas e as desventuras da minha prestação cívica e política. Podemos fazê-lo mutuamente e em conjunto. Acredito e sei que o fará com correcção e sem mentiras. Sabe que o nosso compromisso é a elevação, sem renegar a família política de cada um. A propósito digo-lhe que o balanço que faço destas semanas de tertúlia é de que nenhum sector político, ou cívico, de Vila do Conde, está sinceramente interessado em falar a sério da comunicação social local, isenta e plural. Cada um guarda e serve-se da «quintinha» que tem, com unhas e dentes. Este pode ser sempre um tema recorrente, mas sugeria que escolhesse o tema da próxima tertúlia. O anterior foi escolha minha. Um até sempre ao Pedro Brás Marques e ao Rui Silva. Um abraço amigo, aos nossos leitores.

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05 julho 2006

A falácia contábil

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