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M U I T O G R O S S O

*MUITOGROSSOpoucofinoANTITUDOcontranada* Um blogue de criticas existenciais e existêncialistas..., e outras coisas mais, que podem cheirar muito mal, e saber bem pior!

ANGOTERRA
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17 maio 2006

Querem touradas hein? O Touro foi de férias....só ficaram as vacas!


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ra, 16 de Maio de 2006
A TOIRADA POVEIRA
DECLARAÇÃO DE VOTO
Reunião da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim de 2 de Maio de 2006

Utilização da Praça de Touros para Garraiada




Por convicção e adesão ao Humanismo, recuso a visão antropocêntrica da vida que, não raramente, degenera no desrespeito pela Natureza e pelos outros seres vivos.
Na minha opinião, o uso de animais em espectáculos e eventos públicos de carácter meramente lúdico, para gáudio de multidões eufóricas, resulta num acto gratuito e abusivo que em nada contribui para a dignificação da pessoa.
“Os meninos atiram pedras aos sapos a brincar, mas os sapos morrem a sério”, propõe um provérbio chinês! Julgo pertinente e válido este pensamento, hajam ou não acções de violência física sobre os animais, situação que significa uma atitude retrógrada e ignorante que, ao fingir ignorar a possibilidade da dor nos animais, não se coíbe de a provocar por puro divertimento.
Neste contexto, voto contra o apoio solicitado por uma comissão de estudantes universitários do Porto à Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, para a realização de uma garraiada, apoio traduzido na utilização da Praça de Touros, que implica um custo com o respectivo pagamento à Varzim Lazer, EM. e que deveria ser evitado, além do mais, também em atenção às limitações financeiras da Autarquia.



O Vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim

J.J.Silva Garcia

Póvoa de Varzim, 2006.Maio.02
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publicado por ANTITUDO às 19:41 link do post comentar adicionar aos favoritos
titleRecados àqueles que querem subir na vida à custa dos outros...Ninguém é parvo todos sabem quando lhe pisam os calos! Uns berram, outros, Não...,por isso: Aqui manda o Pecus!
publicado por ANTITUDO às 14:27 link do post comentar adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 6 de Março de 2006
title
Corria o ano de 1994
"Todos quiseram conhecer o PDM...no GARRETT"
"Grupo de reflexão do PS informou-se do PDM à parte...na FILANTRÓPICA
Era assim que Semanário A Voz da Póvoa, no seu nº 629 de 3 de Março de 1994, sob a Direcção de Francisco Casanova
informava sob o PDM elaborado pela equipa liderada pelo
Arquitecto DOMINGOS TAVARES
" Foram apresentados ao público todos os projectos acompanhados dos mapas correspondentes"..."propôs-se uma ligação interna que deverá coincidir com a linha do caminho de ferro"..."para ligar ou interligar as freguesias da Póvoa"...
Na Filantrópica, "Domingos Tavares mostrou-se preocupado com algumas construções previstas para Terroso e lamentou que tenha sido construido um campo de futebol demasiado perto da citânia."
" O Porta Vóz dos "renovadores do PS" - Ilidio Pereira-"
publicado por ANTITUDO às 09:54 link do post comentar
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Sexta-feira, 3 de Março de 2006
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006
title Fonte: www.aemo.org/asoares
PORTUGAL ABANDONOU TERRITÓRIOS SEM FAZER A DESCOLONIZAÇÃO«PORTUGAL não descolonizou, abandonou territórios», afirmou ontem Durão Barroso, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, durante um almoço organizado pelo American Club.Reforçando esta ideia, Durão Barroso recordou os acordos de Alvor, onde nenhuma cláusula existiu para sancionar o seu incumprimento. Explicando esta situação pelo regime político vivido em 1975 e 1976, designadamente o predomínio dos militares, Durão Barroso referiu que até aos dias de hoje muito se alterou no relacionamento de Portugal com as ex-colónias.Considerando Angola como um país que em termos de rendimento per capita tem hipóteses de se transformar no mais rico do mundo, o secretário de Estado frisou que o maior superavit da nossa balança comercial é hoje com aquela ex-colónia, não existindo nenhum dos grandes grupos económicos portugueses que não tenha já ou não esteja em vias de ter interesses comerciais em Angola.Rejeitando alguma “promiscuidade” – inevitável com países com os quais os laços históricos se reflectem em inúmeras relações interpessoais -, Durão Barroso defendeu que a postura de Lisboa deve ser sempre de respeito pela Soberania dos Estados, mesmo que as opções políticas não coincidam com o modelo adoptado em Portugal.A integração europeia possibilitou, por outro lado, o reforço da cooperação com as ex-colónias, caminho este que será de prosseguir independentemente de alguns casos, como o de Moçambique onde se tem de proceder ao constante reescalonamento das dívidas.Refutando a óptica da História como um tribunal, Durão Barroso não deixou, contudo, de afirmar que muitos dos intervenientes directos no processo de descolonização estão hoje a escrever livros e a coligir memórias que poderão posteriormente ser analisadas.O grande debate que o País tem de fazer em relação à descolonização, que, segundo Durão Barroso, provocou maiores traumas que a própria colonização, “precisa do distanciamento da história, sendo certo que hoje são as próprias ex-colónias a assumirem um relacionamento privilegiado com Portugal”.Ainda recentemente, lembrou Durão Barroso, “os Cinco estiveram reunidos e realçaram o excelente momento das relações com Portugal”(In Jornal Diário de Notícias - 17/05/1990)
publicado por ANTITUDO às 10:52 link do post comentar adicionar aos favoritos
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2006
titleCORREIO DA MANHÃ - 2004-07-04
Portas recebe as associações de Angola e Moçambique ESPERANÇA PARA OS ESPOLIADOS DO ULTRAMAR
O ministro da Defesa, Paulo Portas, prometeu colocar todo o seu empenho na causa dos espoliados do Ultramar. Durante uma audiência com as associações de Angola e Moçambique, realizada sexta-feira e na qual participou também o líder parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, Paulo Portas deu a conhecer o conjunto de medidas legislativas que estão a ser estudadas no âmbito do grupo de trabalho interministerial criado no início do Junho.Segundo apurou o CM junto de fonte governamental, Paulo Portas garantiu às duas associações, tal como fez no passado enquanto deputado, todo o seu empenho na causa dos portugueses que viveram em África e que a vários títulos foram prejudicados.De acordo com a mesma fonte, Paulo Portas afirmou que “após muitos anos, surgiu finalmente um sinal de esperança”.A audiência do ministro com as duas associações ocorreu uma semana depois de na Assembleia da República terem sido discutidas três petições que solicitam o reconhecimento pelo Estado Português dos direitos dos ex-residentes nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, nomeadamente a atribuição de uma “justa indemnização”.Esta causa dos espoliados tem sido abraçada pelo CDS-PP, tendo no passado dia 25 de Junho, Telmo Correia afirmado: “É tempo de resolver o problema social verdadeiro e de maior gravidade para acabar com a hipocrisia”.

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06 maio 2006

A recusa de Angola entregar os imóveis confiscados aos seus legitimos donos...

http://www.angonoticias.com/full_headlines.php?id=9789


Confiscos de imóveis no país são irreversíveis
Luanda, 05/05 - O Governo angolano vai proteger os cidadãos que habitam nos imóveis desde 1975 e que se sentem ameaçados pelos antigos proprietários, segundo disse nesta quarta-feira, em Luanda, o ministro da Justiça, Manuel Aragão. As medidas atinentes aos imóveis confiscados no país, disse o ministro, "em princípio são irreversíveis", segundo determina a Lei Constitucional no seu artigo 13. Este artigo, recordou o ministro da Justiça, refere que uma "vez verificadas situações de confisco os imóveis jamais voltão à situação anterior".Reconheceu que o Governo ficou "preocupado" com o facto de terem surgidos 40 casos de revogação de confiscos. Juntamente a Procuradoria Geral da Republica, asseverou Manuel de Aragão, o governo está a fazer um estudo minucioso destes casos e tranquilizar a população no sentido de que não houve razão para revogar o confisco (...). "Vamos manter esta figura".Foi mais adiante ao afirmar que a lei 7/95, existente há mais de 11 anos, declara que todo o património do estado é constituído por aqueles bens que foram confiscados. Manuel Aragão condenou a atitude de antigos proprietários, ausentes por muito tempo do país e que agora, de regresso, "vêem dizer que esta casa é minha".Os lesados devem dirigir-se ao Ministério da Justiça, a Procuradoria Geral da República, entre outras instituições, para os devidos esclarecimentos. Apelou aos tribunais no sentido de dirimirem de forma imparcial todos estes conflitos, com base na lei 7/95. "Estamos num ambiente de normalização o país e num tempo de afirmação do estado de direito e as leis devem ser observadas", afirmou o ministro.
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